venhe agora memo do óspital. era bicha até cá fora cá da rua e queu cria falar lá da sercretaria e na é ca vem logo o home do seguro e mete-ce á frente e manda tirár a cenha !

atão tem que tirarse cenha pa tudo? é qué pa justeficár o custo da máquena que na é só pa infeitar a parede…

é cenha pa falar co enfermero se fáz ó na faz o pense

é cenha pa falar cas do gixete ca tão sempre a rirse pá gente munte com cimpatia

é cenha até pa ir á retrete ca bixa pá spera demora e agente fica aflitos dir á retrete.

atão na é ca passa a dotora queu na via á meses e cagora ela tá cá? -sr besberto! come está? – ó dotora eu tô na bixa…  – venha lá daí queu atendo já.

cando agente introu eu assenteime da cadera e ela toca de screvere uma data de papeles. – tá aqui sr. besberto e passe bem e comprimentes á sua exposa.

cando ma meti a ler os papeles ora questa atão quera dir ó morgade aviar o remédo pó catarro e os compermidos pá tenção e pó costrole e mais a pomada de esfergar as cóstas e pás varizes.

a dotora asssim como cadivinha os môs males e caté dá gosto e na é precise agente sa queixar quela na squece nem paçados tantos mezes.

o rais ca partisse cagora já tá o guixete fexado e tamém passôu a vez da nha cenha….

inda vô lá assima trancár um tintol. tá dito.

 

 

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