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dinoquesta notíça tá do blogue turres veteras atão queu pedi óturização pa metêre aqui camodos a sabêre quem é o gaijo

  Hoje o Estranho Oeste reflecte acerca da insólita venda de uma cauda de dinossauro…

Segundo o jornal mais lido dos cafés portugueses e igualmente o jornal menos tido em conta por muita gente – o Correio da Manhã (link do artigo)-, foi colocado um anúncio no Jornal Ocasião, em que se vendia uma cauda de dinossauro. Ora, não consegui encontrar o anúncio no site do Ocasião (talvêz tenha sido retirado), mas o facto insólito não me era de todo desconhecido (já sabia do achado e das ‘condições em que foi feito).

Esta estranha estória chega do concelho do Cadaval, onde um senhor de uma empresa de terraplanagens e poços encontrou, faz já uns anos, uma cauda de dinossauro durante um dos seus trabalhos…levou o achado para casa e agora quer arrecadar bom dinheiro (note-se que garente ter recebido proposta de 100000€ de uma autarquia do oeste e não ter aceite)… estranho no mínimo é o facto de não dizer onde a encontrou… estranho, ou nem tanto…

Vejamos. O homem foi contratado pelo senhor x, que lhe pagou o serviço feito no seu terreno. No decorrer dos trabalhos pagos pelo senhor x e nos terrenos do senhor x o ‘vendedor’ encontrou os fósseis… é claro que agora teme que o senhor x venha reclamar parte dos lucros… e com razão o faria!!

Agora vamos a uma questão mais profunda. Tratando-se de um achado arqueológico/paleontológico com tanta importância para a ciência, como classificar a atitude do referido senhor? Vender por um preço exorbitante um achado (que ainda por cima não é bem dele) que tanto valor (não monetário, entenda-se) pode ter para o seu concelho e para a ciência revela sobretudo um egoísmo muito grande. Não revelar a proveniência dos fósseis, para não ‘comprometer’ os seus lucros reforça ainda mais esta ideia. De facto, saber de onde vieram os fósseis é determinante e permitiria fazer sondagens e, quem sabe, encontrar o restante esqueleto fossilizado, ou grande parte dele…

É pena que este senhor se esteja a apropriar de algo que é uma riqueza comum e, para além disso, a ter dono, o legítimo não é ele mas sim o dono do terreno. Segue aqui o apêlo para que o ‘vendedor’ faça o que é mais correcto: entregue o achado à ‘ciência’, ao município, etc… se não quer ‘dar’, pelo menos deixe estudar, fazer réplicas, fotos… diga onde encontrou… permita o avanço do conhecimento.

Pena não dar para o obrigar a fazer tal coisa… como disse a outra, seis meses resolviam muita coisa

Para finalizar, ficam os comentários que estavam no site do CM… têm a sua piada!!

21 Novembro 2008 – 13h11 | EBAY NA AMERICA
META O ANUNCIO NO EBAY NA AMERICA E VERA OS MILHOES DE OFERTA….E UMA BOM APROVEITAMENTO PARA O ACHADO…

21 Novembro 2008 – 12h14 | helder
Só neste país …o que é publico se vende

21 Novembro 2008 – 10h32 | fafto
Admirados,pk se o Governo vende o país a retalho p/ter dinheiro p/seus”magros”vencimentos!Os exs vêm de cima!

21 Novembro 2008 – 09h02 | andre couto
É do estado e tem de ser confiscado e mais nada! Possivelmente até achou no terreno do vizinho!

21 Novembro 2008 – 08h03 | revoltado
este até vendia a mãe ?

Publicado em Novembro 26, 2008 às 12:09 pm e está arquivado em Estranho Oeste este, Oeste… Terra Amada. Tagged: Dinossauro. Pode seguir as respostas a esta entrada através do RSS 2.0 feed. Você pode deixe uma resposta, ou trackback do seu próprio site.

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arvore1atão queu cunfésso né ?

quiste tá munte mále pós reformados camodos na á verba pá lênha da larêira ca friáge aperta queu meti uma cunhazita ó verador da ineregia ca vai diste a percizare do voto dos reformados fês a jentilêza dofercêre págente da melhore lênha quéra as árvures dali dópé da retunda ca na fás lá falta caté tapava o indifiço camodos tamém fazia munta umidade lá do parque né?

agente cagardeçe munte.

arvore2

 

qué duma teristeza vêre aqueles caxopos ali pós ládos do café dinfrente ó coléjo né? qué todos dias duma indeçença ca bubadêra a fumáre purcarias cagente a passáre e eles a dezafiáre cos palaverões ós bérros álhos e côzasse ca na á uma álminha dáuturidade pa dáre cum pár de tabéfes.

atão comé ?

quincolhe o pão todos dias ?

 26 melréis ca na cabe da cóva dum dente ?

acim tamém queu ficava rico dum estante né ? ca na pode aumentáre do preço róba na massa.

                                                          

                                                          

                                                                                                                                                                                     digo já ca na é exquesitice. cando tá bem, tá bem. cando tá male qué piore.

queu comi o pão co diabo amassou e cando cagáva lá da fazenda alimpava o cu cum punhado dervas camodos queu na gosto da fálta dingiéne da cavia o pão nosso de cada dia caquilo qué chão ca na vê vassôra munte menos água. os videros sebêntos ca na dêixa vere cá da rua. e pióre queu vi fazêre uma sandes cas mãos cacabárão de mexêre das muedas e das notas… atão custa munte metêre uma luva?

queu aporveitei a destráção da nha maria e screvi iste pa dáre santisfação na vá opessoále pensáre queu murri né? ca nha maria ca scondeume o computadore do castigo cas mulheres tem déstas coisas cagora tô a cunvencêla cos carinhes e beijinhes ca na tá a resultáre co tempe vái lá. iste qué o computadore do neto do mô vezinhe. a nha maria tá têimósa queu ademito quela caté tém razão prontos. até bereve. spero eu né?

  qué duma vregonha o buraco do colégio qué dum prigo munte a sério ca várza cavia delá torpeçare e marráre ca tromba lá do funde capercebia logue a fundura.

atão na manda enchêre aquilo cum bucado de terra purquê?      

     

cum gáijo tá fóra meia dúza de dias cando volta qué só mudanças.

esta terra qué duma reviravolta ca tá sempere a mudáre pa na cansáre agente né?

atão ca féxa o serra da neve e a loja da caxópa qué lá da catequéze e mais a loja da outera caxópa intiada do géniérre e tamém o mirante?

ca na fexe o júlo queu acertei lá o meu interro mais o da nha maria ca foi parcima duma furtuna camodos cagente quére sêre quermados co mô genre na tem tempe dir ó cemitéro meter flores

sodades do ti jaquim da farmáça ca tênha a alma lá do céu quera um home á séria caviáva agente dia e noite cagora os outeros tém o rei na barriga do olho do cú cagente perciza duma pomáda cacába ás 10 e meia da noite qué percizo recêita ca tém ca telefonare a xamáre sua xcelênça ca tá repimpado a bebêre um ísqui e cága da urgênça da pumada ca nha maria na pode pedire o fénistile qué só do outero dia?

é metêre um telfone á porta cagente na tem oberigação a tere telfone do bolso.

bardamérda. atão cagente na perciza na vai lá né?

3 dias…

pois ca nha maria tá ca caganêira. queu bém disse ca na comêsse o brebigão quela teimou ca escaganeirôse tôdinha ca veio o dotôre quela na ia lá da urgênça co penico atrás né?

queu assim na pósso ir ó dimas e tô denfermeiro cuzinheiro e ó besberto na me deixes aqui sózinha queu arrebento.

ái queu táva duma ralação danáda cagora já passou e ca nha maria comeu a canjinha queu fiz.

oje já na dá pá cartada co dimas tá fexado tamém tem direito de descansáre né. amanhê vái sêre darrebenta queu disse á nha maria quera a desfórra.

 

fexou o sérra da néve né?

 

ca nha maria tá co desgôsto ca cumia lá todos dias uma béla xapáta quintinha cum mantêiga qué uma deliça. co café quéra mênos 10 páus capois ficou ó preçe iguále. tamém o home mais rico da terra ca ía lá todos dias tomáre o cafézinhe ca sua espôsa pa pôpáre. agóra vai adonde?      

atão queu na cunsigo arrancáre a nha maria daqui?

queu tênho sodádes do mô tintol e da nha jogatina né?

qué a últema pa ire imbóra ca tém capruveitáre qué férias

qué munte xique tár das férias………

ái queu gustáva ca fique inguálzinha…

co meu s. besberto na premita ca fáção brabaridades á nossa fonte e co vérador das fontes na se mêta cas mudrenices do custume…

 

 

 

cagóra é ca tâmes lixádes. atão dão cuma mão e tirão ca outera?

já na pága o contadôre e a fátura cáumenta 

                 100  procento ?

a nha maria vái laváre a rôpa ó tanque lá da fonte queu vô acartáre garrafões dágua pá sôpa e pássa a tomáre bânhe lá do tanque ó pé da fonte. só póde sêre do verão ca pôpa munte pa dáre pó invérno. o pióre é a réga da orta…cando éra novo návia retréte e cagáva lá do campo co bânho éra do álguidáre ó sábado. atão cagóra cagente avía de tár com confôrto da refórma qué esta miséra?  

atão na é ca nha maria  dêu cábo do  sálte do sapáte do domingue ôje cando sái da missa e ca táva lá o xão partide? siste é nôvo e proqué ca tá acim hã? co impreitêire qué óbrigáde a vire arranjáre e metêre melhóre cólidáde questa né.

atão co môrto qué óbrigáde a saíre a pé ?

cassim a carrêta na paça ó páça?

atão quiste é módos ?

fálta de civisme é o qué…

comé cas peçoas sái de casa hã ? e sé percizo a ambulança hã ?

ca casa fôsse minha queu xamáva éra logue a poliça e o rebóque e ca ficáva lá um ano co castigo páprendêre…

quiste qué só um exemple dos muntes cá por cá…

ora quésta hã ?

  cães lá do párque dos lápis tém cacabáre !

 

atão comé ? ca continua a pôca vergônha dos cães á sôlta lá do párque e cas crienças na póde brincáre co mêdo ?

o dôno diz ca na fáz mále olhó caráças queu vô á géniérre qué obrigade a têre açaime

coje eu vi e éra um dêles pitebule e ôtro grande ós pinótes lá da rélva e ôtro ó pé do lágo ca táva ca tréla.

ai queu tênho páixão dos meus cães e cos animáis é pa tratáre comás peçoas agóra ca na cuncórdo caquela antitude dos cães assim á sôlta co párque é pás crienças brincáre á vuntade e na póde  e tamém já pa na faláre dos cagalhões lá da rélva qué uma purcaría indessente cos dônos ca são uns badalhócos nujentes ca na quére sabêre das crienças queu vi uma caxópa páí de 2 anes cum cagalhão do cão e camostrou á mãe…                                                      

tá pióre ! atão questa madurgáda os larápios imbicárão pó café do jaredim ca fica lá a rapariga co perjuíze ca na póde né ?

vô falare ó véradôr da sengurança pa metêre uma cunha lá do guverno camodos da refurçáre a nossa géniérre ca na xêga pa vegiár assim tanta gatunage ó mêmo tempe… os omes na pódem-se dividire …

ollha questa…  

 

 

                            COITADES DOS ÓMES !

CUM CÁRRO ACIM ADONDE É CA CUNSEGUE APANHÁRE A GATUNÁGE ?

   indaléça nha filha atão ca gastárão o tecide tôdo dos fátos párrecebere o persidente camodos ca na subrou tecide pa fazêr os fátes pás márxas ? cagente gustáva assim munte das márxas e quera munte linde…e agóra comé ?           

atão caqui é óbras da sânta engráça?

queu morásse lá ca já tinha arranjáde eu mêmo !

ora questa…..

 

cando foi a perimeira animarte lá da rua dos táxis queu até táva lá duma tênda é quéra uma coiza á séria proque éra pámostrár as porfições á miúdáge.

quera o óleiro a fazêr o bárro e o sesteiro a fazêr cêstes e álcôfas e as burdadêiras a burdár os pânos e os pintôres a pintár cuádros a assim tude feite com munte carinhe á móda antiga…

cagóra é um denscalábre e uma vregonha camodos ca na sademite ca tenha-se teransformádo a animarte ém feira pa vendêr as coizas das lójas e queste ano vai lá tár até os xinezes a vendêr bejigângas…

inda vále é ca temes lá o pão co xóriço da murtêira e o tintol. tá dito.

ai ca tão  no gozo cagente ? atão na é cos candieires távam assim tudo apagáde e ca táva tudo munte excuro lá da rua tôda do dimas e iste ás 11 da noite cande fui lá da farmáça ?

tames do anvêsso ó quê ?

                                   o qué iste ? hã ?  quém saterveu a fazer tamânha brabaridáde ?

atão ca pláca dos anzulejos tão linda e vestoza a indicár a terra e vái um calquer chique-espérto ca mete lá á ferente aquela coiza mudérna a tapár ?

quém é ca mandôu ? hã ?

queu na apróvo e camodos ca vôu xamár a TVI e a SIC….

 

cas mulheres são acim um cadito vaidózas e queu avizei a nha maria co fio do ouro só mete cá em casa a modos quela foi lá do xina comprár um culár.

épá ! atão na é ca nha maria xegou a casa cos bófes á bôca co estade do xoque ca outra da vintoza na é ca tinha a mála antafulháda de culares e muntas bejigangas ca pensáva quera á bórla ? co rapáz lá da loja até viu e inzejiu quela metêce tudo lá de cima do bálcão e despenjou a mala tôda.

queu tinha éra telfonádo lógo pá géniérre e éra direitinhe ó posto e ca ficáva lá a larápia a fazêr linpeza por um mês páprender… tá dito.

é pá agente capanha cum cada suste caté póde dár acim um ataque do corassão !

atão na é ca  espeludiu a panéla de perção lá do dimas ? ai co rapáz ca pudia parár do óspital ! e adonde é cagente trancáva o tintol ?

caquilo co mô vezinhe ma contou ca táva lá e parcia espelozão de gás e quera o grão em todó lado e fóra o perjuíze ! co piór já paçou a ca graça da virgem maria o rapáz tá de saúde.vallha-me s. besberto.

cainda bém ca nha maria só uza o tache de barro.

ai ca na venha-lhe a indéia daumentár o tinto pa cumpensár o perejuízo…

oje cando fui lá á farmáça na é carreparei memo o prédo lá do largo e ca na tá munte certo ai lá isse não…

cando foi da nha cazita ca ma calhou das partilhas na é ca cambra oberigou a meter tude á vontade da cambra e ca tinha ca meter as janélas de madêra quera alumino queu cria ca dura mais e é munte mudérno e ca tinha ca meter a côre só branco ca nha maria gustava era memo do incarnádo e amarelo e ca tinha de sêr o telhado da têlha na sei cual e mais iste e mais aquile…

era só memo inzegênças ca fui obrigade canão era multa da gróssa…

atão na é co prédo do home tá lá munte muderno e na tem nada parcido co que táva lá ? esse é quera cuma faxada munte fina e tarbalhada e ficô desteruída né? a faxada era obrigado a ficár lá !?????

atão é queu na sô pôdre de rico e assim na tenhe benefiços igual…

ora questa !

 

cando tamos do barbero agente toca de dár á cunversa a modos co da frente é vesita todos dias e né ca sabe munta coiza? e atão ca vai a todo lado pa vêr adonde qué menos cáro e ca compra a ortaliça pá sopa no supermercado lá de baixo cos outros é presso de robalhêra!

ai co peixe morre pa lingua…

diz ele catão na é cagente agora tem obrigassão dir comprár a ortaliça cá da frutaria do largo qué munte mais fresca e caté pode ser um cadito mais cáro mas sem dúveda ca cumpença da frescura ca ortaliça do lá de baxo é toda murxa?

vásse lá a saber proquê…..

eu descansado a cumer a nha buxa e um tintol ca nha maria teimou em trazer á sala queu tô munte aflite da varizes e tive a meter a nha pomada e tenhe ca ficár cas pernas assim ensima dum banco cando… é pá…

queu na táva memo nada á spera…

cando da telvisão despára a falare da festa do frangue !

atão na é ca fico munte vaidozo a sêr falado da nha vila na telvisão?

agora é ca vai ser festa da rija e tá a contár cos milhões de pessoal do país todo ca viu na telvisão qué á borla e ca crise ca tá tem caporveitár e fico munte aprensivo ca vames é fazer má figura ca vem o pessoal e co frangue na xega e vai tude de dizer mal da terra e ca forem inganados…

ó depois toca de meter o  AECC do tribenal por ser pubelicidade inganoza !

tem que pervenir-se canão de festa do frangue paça a festa de luta de galos…valha o pão gigante quesse é quinda vai aconxegar o estôgamo co tintol qué ofercido da cumprativa…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

oje ca nha vezinha pedui á nha maria sia ó ospital ca caxopa pá vacina pa na faltár ó tarbalho.

a nha maria cando xegou-me a casa tava á rasca dos nerves…

atão quela tava ca menina na sala e tava lá os velhos todos a amandar ca tosse par cima das crienças ? atão na podia ser uma sala só das crienças pa na garmar ca tosse dos velhos caté na tem culpa e tamém tem quir á vacina e a nha maria até deu-lhe vontade de vemitar cando os velhos toca damandar scarretas e tude ?

cos velhos tem todo o direito. o óspital é ca na tá a porceder bem…

ai ca logue a nha maria vai lá comigue quela na sabe screver e tames em pedir o livro de requelamação queu sei munte bem o qué pa fazer. tá dito.

  

ó cum carassas. atão na é ca nha maria é ca tem memo razão… ca foi praga que ma rogaram ai lá isse foi sem dúveda… atão na é queu tava pronto pá festa e cando tava a calssar as botas saime otra vês a puta da erna quia arrebentando comigo?

a nha maria bem manda ázoinar par ir á oprassão do dotor damasmora copera toda á gente mas eu cá tenho é cagufa e de maneiras cagora é ca ma lixei á séria e pacei a tarde inteirinha na urgença co dótor de serteza ca foi spreitar a banda e eu ali a óvir os foguetes a xamar por mim e puta ca pariu os remédos qua na parava as dôres.

ora a nha sorte.

o qué ca depois a cambra faz o filme e paça o filme do cinema e agente ó menos pode ver tudo na mema e bem assentados naquelas cadeiras  munte com conforto. inda bem cagente tem cinema.

                     

a nha maria pediu seu ia ó talho inda hoje ca carne tava em pormoção e quera daporveitar.

ora eu ir ó talho?  mas prontos quera só desta vez e na tava pa perder a jogatina no dimas.

cando entro no talho tava lá gente a aviar e atão é capercebi caviava lá cerveja e martines… ora questa ! atão era eu a pensar queró talho e arreparei se na tava inganado no sitio… ma não… tava memo no talho ! pa dizer a verdade até aporveitei e tranquei cum copo mas que na acho nada bem ai lá isse não…

atão né cum dia destes inda vô á pádeiria cumprar a pomada pá nhas álmorróidas ? 

                                               

na sosségo. na consigo e até parece que dá-me aqui uma comexão caté me cosso todo e já disse á nha maria que na quero frangue até daqui um mês.
no ano passado bem ma lixei e vi munte bem o qué que todágente fazia caquilo era sacos e sacos e mais ca fosse.
eu cá só lá comi uns pedassitos e lá isso é ca bebi uns tintoles caté na era gande coisa mas prontes…
agora é queu já tenho a escola toda e vou perparar a coisa com munte zelo.
cá por mim já comecei a gordar os caxotes pa pervenir.

era 8 e 20 da manhã do outro sabado e o meu genre foi lá ás bombas da gaselina pa pôr gaselina. Tava as bombas ligadas e o home lá dentre a ver. o meu genre esprou e o home na vinha aviar e o meu genre toca de meter gaselina. qual gaselina caquilo na deitava nada e o meu genre foi lá preguntar. atão né co gaijo disse cas bombas só começa a servir ás 9 horas?
atão o gaijo qué o dono e vê aquile e na diz nada e tá ali um home feite parvo a pensar que tá a meter gaselina e nem pinga?
Ai quele mercia cá um sopapo mercia… na tava lá eu!

Na se safa na senhor. e eu na sabia co do bigode já na tava lá queu na vô lá ca nha gaselina é outra…

ai hoje tô de mal comigo e na mapetece dizer nada. á dias assim cagente parece que na tá cá e amanhã já lá vou acima a ver se jogo uma cartada panimar a nha lanzice…tá dito. e esta que tá no telhado é a nha maria que se fartou de mim e foi apanhar o fresque da noite pa na ovir a nha resmunguice.

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